domingo, 22 de Novembro de 2009

Carregamento de Telemóveis


Com a instalação de um terminal PayShop, o serviço público prestado pelo posto de correios da Associação passou a ter um novo serviço: Carregamento de Telemóveis.

sábado, 21 de Novembro de 2009

O Magusto de S. Martinho 2009


Uma vez mais, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós” levou a efeito o tradicional Magusto de S. Martinho. O evento realizou-se no passado sábado, dia 14 de Novembro.
Beneficiando do novo largo fronteiro à sede da Associação, uma centena de convivas pôde sentir o espírito de rua e o calor da "nova casa", repartindo-os paredes meias. Na rua, com a agitação que estes momentos proporcionam, saboreou-se o porco assado no espeto. Na “nova casa”, repousadamente, aqueceu-se a alma com o caldo de cebola. Mais tarde, com o doce que fica nos lábios pelo sabor da amizade, comeram-se as castanhas, assadas na rua antes de chover.
Para além da animação que sempre advém do encontro fraterno de amigos, a festa contou com o suplementar toque dos “Irmãos Murça” que, vindos da Mêda, quiseram associar a sua música à alegria de um convívio que foi pela noite dentro.
A S. Pedro, enquanto figura a condicionar o tempo, depois de umas horas de trégua, nada mais havia a pedir.
E a chuva voltou a aldeia.

sábado, 7 de Novembro de 2009

sábado, 4 de Julho de 2009

Foi êxito o Baile de S. Pedro

Qual foi a razão do êxito?
*
Podem dizer que o S. Pedro ajudou!...

Podem dizer que as sardinhas pingavam no pão!...
Podem dizer que as bifanas e o caldo verde estavam óptimos!...
Podem dizer que a música contagiou!...
Podem dizer que foi da organização
!...
Podem até dizer que o povo das Mós é que é bairrista!...
Também...Tudo isso é verdade!
Mas o que eu acho mesmo, é que foi do Arroz Doce... Divinal!

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

O VII Encontro/Convivio dos Naturais e Amigos das MÓS

Por decisão dos dirigentes da A. C. R. “As Mós”, este evento teve lugar num espaço aprazível da Quinta do Vaquinhas, situada na Charneca da Cotovia, concelho de Sesimbra, recinto graciosamente cedido pelos seus beneméritos proprietários, após as necessárias diligências desenvolvidas por elementos da direcção da Casa do Concelho de Foz Côa, gente que não se fez rogada para continuar a colaborar com a organização deste Encontro de maneira tão generosa que a todos nos deixou penhorados. Como símbolo imperecível desta cooperação ficará o prato de barro com o emblema da Casa do Concelho oferecido à Associação mosense. Bem - hajam eles!
No que ao repasto diz respeito, cada imagem vale por mil palavras…O que não ficou devidamente retratado foi a abnegação de quantos trabalharam para que este Encontro se processasse nas melhores condições possíveis. Para todos eles vão as devidas palavras de louvor.
Digno de registo é, também, o contentamento que todos sentimos ao revermos conterrâneos e/ou pessoas amigas, bem como a alegria contagiante que ali se viveu, mormente por parte de muita gente jovem, que com algumas vozes bem afinadas, se mostrou à altura da actuação musical do insubstituível Amigo Carlos Pedro.
O facto deste Encontro ter sido realizado no mês de Junho contribuiu para que se notassem algumas ausências, entre as quais avultaram as dos familiares mais próximos dos dois ilustres mosenses que, conforme o previsto no programa, estavam para ser condignamente homenageados a título póstumo. Como as referidas ausências impossibilitaram o ensejo de lhes serem prestados os devidos preitos, o porta-voz da organização, o Amigo José Alberto, através da instalação sonora, recordou os seus inolvidáveis nomes: José Bernardino Cabral, sócio fundador (Nº 1) da Associação e José Carneiro, nome bem conhecido por todos os mosenses seus contemporâneos, por ter sido uma das figuras mais carismáticas das Mós, durante várias décadas do século XX.
José António Prata Carneiro, nasceu na povoação das Mós há 85 anos (salvo erro). Filho único duma conceituada família, teve o privilégio de viver toda a juventude num tempo em que a sua querida terra natal passou por grandes transformações económicas e sociais. Sociável como era, conviveu com várias gerações de mosenses, integrando grupos mais ou menos “tertulianos”. E observador muito atento, soube recolher com muita argúcia elementos etnográficos e outros que deixam perceber a vida que então se vivia nas Mós, mormente nos seus aspectos mais lúdicos. E para comprovar isto mesmo, bastará ler as “Recordações” que ele deixou entre as páginas 152 e 158 da última edição da Monografia Histórica que o Dr. Castelinho publicou.
Mas a sua colaboração com este seu amigo de sempre não se ficou por aqui. Em 1971, o Dr. Castelinho levou a cabo um primeiro ensaio da “Monografia sobre S. Pedro de Mós do Douro. E da página 8 à página 35, o autor fez deduções históricas e toponímicas com as quais o seu amigo José Carneiro não concordou (e não só). Com o amigo ausente em Angola, José Carneiro manifestou a sua discordância na rubrica “Murmúrios do Cano” publicada nos números 6 e 7 do “Caminheiro”, relativos a Fevereiro e Março de 1972. Com estes dois excelentes artigos convenceu o Dr. Castelinho a retirar as referidas deduções não só do texto da sua Dissertação para o acto de licenciatura em Ciências Históricas, mas também das futuras edições da Monografia Histórica que nos deixou.
Antes do fim do Encontro, o autocarro que trouxera os residentes nas Mós levou os seus passageiros a dar uma volta pela zona ribeirinha de Sesimbra e só depois do seu regresso começou a retirada dos participantes.
Após o regresso aos respectivos lares, todos ficarão à espera que o espírito de salutar confraternização que aqui prevaleceu volte a revelar-se (ainda com mais vigor, se possível) no VIII Encontro a realizar nas Mós.
José Gomes Quadrado

quinta-feira, 28 de Maio de 2009

INAUGURAÇÃO DA SEDE DA A.C.R."AS MÓS"

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura.”
(Fernando Pessoa)
Aproveitando a passagem do 11º aniversário da fundação desta colectividade, no passado dia 23 de Maio foi inaugurado o edifício da respectiva sede, erguido na Rua do Castelo.

Para a inauguração, foram convidados sócios e benfeitores e, numa simples mas emotiva cerimónia, o presidente da Assembleia Geral da Associação, José Alberto Velha Grifo, começou por agradecer à população e a todos quantos contribuíram para que a construção da sede fosse uma realidade, salientando o fundamental apoio dado pelo Município de Vila Nova de Foz Côa sem o qual não seria possível levar por diante todo o projecto. Emocionado, reafirmou ainda o entusiasmo de sempre e foi dizendo que “agora, com casa própria, a nossa responsabilidade é ainda maior e tudo faremos para que esta casa não seja uma obra de fachada mas uma mais-valia para a terra, mais um motivo para que todos nos unamos à volta de um único objectivo - As Mós”.
Por sua vez, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa, Dr. Emílio Mesquita, elogiando a freguesia pelo usufruto da qualidade e da quantidade de acções culturais levadas a efeito pela Associação de Cultura e Recreio “As Mós”, enalteceu a capacidade e honestidade dos elementos que a dirigem e foi dizendo que “face ao trabalho desenvolvido por esta colectividade nos seus onze anos de vida associativa e pela envolvência com a população, o Município mais não fez que a sua obrigação”.
Para finalizar a cerimónia e antes da visita às instalações do andar de cima, o Presidente da Câmara foi convidado pelo Presidente da Direcção, António Fernando Bichança Diogo, a descerrar uma placa alusiva ao acto.
Na sala grande do 1º Andar, estava em exposição uma colecção de miniaturas reproduzindo minuciosamente algum património construído e aspectos quotidianos da aldeia, que o mosense Aristides Fernandes habilidosamente executou e ofereceu à Associação para fazer parte do futuro museu.
À noite, e na continuidade do serviço público de excelência a que a colectividade já nos habituou, foi oferecida a toda a população uma memorável noite de teatro com a peça Não se Paga! Não se Paga! Uma divertida comédia de Dario Fo representada superiormente pela OFITEFA - Oficina de Teatro de Favaios.
Para os menos atentos convém lembrar que Dario Fo, em 1997, foi laureado com o prémio Nobel da Literatura, por ter produzido uma «obra que rivaliza com os gracejadores da Idade Média e que defende a dignidade dos reprimidos», denotando uma forte preocupação com os problemas da sociedade contemporânea.

Meritório agrupamento de mosenses

Em pouco mais de cinco anos, um pequeno conjunto de mosenses, reunindo muitos esforços e desvelos, com alguma ajuda da Câmara Municipal, deram corpo a um projecto de autoria do Eng.º José Paixão.
Este meritório agrupamento de mosenses fora instituído em 18 de Maio de 1998. Durante os 11 anos já decorridos, os seus fundadores, actuando sempre unidos como os dedos das mãos, têm conseguido alcançar o desígnio fundamental que levou à sua criação e que consiste em propiciar à população residente momentos de recreio ou divertimento e, complementarmente, organizar outros eventos que permitam encontros dos residentes com os ausentes e amigos das Mós. Estes sempre muito bem organizados e dignos do secular encontro que anualmente acontece na Festa em honra de Nossa Senhora da Soledade.
Seria pura estultice pormenorizar aqui todos os eventos organizados no decorrer destes onze anos. Mas resumidamente, vejamos algumas das muitas acções de recreio já concretizadas: meia dúzia de passeios de autocarro e de barco, magustos e almoços, festas com bailes, jogos tradicionais, tiro aos pratos, sete passeios pedestres e várias participações no desfile etnográfico na “Festa da Amendoeira”, etc.
Quanto aos referidos encontros, já foram realizados seis: dois, em Ermesinde; dois, em Mogofores; um, em Lisboa e o “Encontrão” das Mós. Nos últimos três encontros foram prestados tributos a quatro personalidades que se haviam distinguido por serviços prestados à comunidade mosense, incluindo a homenagem a título póstumo ao Dr. Joaquim Castelinho.
Em alguns destes eventos a Associação pôde contar, tal como outras instituições do concelho; com o apoio do Município. Mas eles só foram possíveis graças a inteira disponibilidade dos dirigentes locais, que além de tempo e desvelos de todos, alguns ainda têm doado parte das compensações que lhes são atribuídas como membros da Junta de Freguesia. Por tudo isto eu lhes chamei e chamarei: “Os exemplares autarcas das Mós”.
No que concerne a actividades essencialmente culturais, além da preciosa colaboração do autor do visitadíssimo “blog dAsMós”, têm contado, também, com as capacidades criativas e recreativas de alguns sócios e amigos da Associação, como ficou demonstrado na “Exposição de Espantalhos”, que com a exibição e o concurso realizados no Terreiro, nas Mós, no fim-de-semana da Páscoa de 2007, tão significativo êxito alcançaram, que a maioria desses espantalhos passou a ficar exposta em algumas das principais artérias da cidade de Foz Côa.
Grandes capacidades criativas e recreativas foram evidenciadas, também, em Setembro de 2004, no extraordinário evento cultural que, começando por ser modestamente anunciado como “1ª Mostra de Artesanato Local”, acabou por superar tão largamente as expectativas, pelo que ficou registado na memória histórica das Mós como “Exposição de Arte e do Artesanato Local”. Este terá sido, talvez, o maior acontecimento cultural alguma vez realizado nesta multissecular povoação.
Acabadas as mais avultadas despesas e preocupações com a construção da sede, poderemos ter esperança de ver, num futuro próximo, alguns dos novos espaços ocupados com uma exposição semelhante a esta de tão boa memória?

José Gomes Quadrado e Carlos Pedro

quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Passeio a Aveiro - Abril 2009



quinta-feira, 5 de Março de 2009

VIII Passeio Pedestre das Mós, Junta 180 Participantes


Nas Mós, um dos eventos de maior sucesso na região

Numa organização da Associação de Cultura e Recreio “As Mós”, realizou-se no passado dia 22 de Fevereiro o VIII Passeio Pedestre “Amendoeiras em Flor 2009” juntando 180 participantes.
Integrado nas Festas da Amendoeira em Flor de Vila Nova de Foz Côa, esta iniciativa, ano após ano, tem trazido às Mós um elevado números de visitantes que, aproveitando a paisagem duriense e, nesta altura, o espectáculo fascinante das amendoeiras em flor, vêm conhecer estas terras e estas gentes saboreando com elas a natureza e a amizade.
Ainda que nada faltasse e, no contexto geral, até pelas mensagens que nos foram chegando, todos ficassem encantados com o passeio, este ano o número de inscrições superou as expectativas, o que levará a organização no futuro a repensar estruturalmente este passeio pois a elevada participação assim o exige.
Com o tempo de cara bonita; com as amendoeiras a mostrarem-se floridas; e com um percurso variado e aliciante, o desfecho só poderia ser excelente. A Comprovar toda a beleza estão as fotografias obtidas.
Com a saída do Terreiro seguindo pela Lajinha à Cruzinha, do Entre Caminhos à Portela de Santo Amaro, dos Sobradais ao Alto da Barreira, do Poio a Jampires, da Portela de Vale Mampaz a Vale Manfonso, regressando à aldeia pelo Atalho, foram 10.250 metros de uma ruralidade deslumbrante.
Pelo meio ficaram histórias do minério desenterradas nos filões. Histórias madrastas do tempo em que, de sol a sol, o próprio tempo era padrasto também. Histórias de um tempo recente onde, com mais gente, os campos eram ainda todos cultivados.
O almoço servido em Jampires para retemperar as forças despendidas na caminhada, não só atenuava as hostilidades da subida como também fazia esquecer a dificuldade daqueles últimos metros de descida feitos a corta mato. O aperitivo de Favaios, a carne assada na brasa, as alheiras de Mirandela, o pão, o vinho, os sumos, a água, o caldo de cebola, a laranja e, para digestivo, o vinho fino das Mós, fizeram com que o repasto, pela qualidade, se sobrepusesse a todas as mazelas, acabando por ser o momento alto da confraternização.
Depois do almoço, o caminho até à aldeia fez-se em procissão e a imagem do ajuntamento foi impressionante.
Com a promessa de nova realização para o ano que vem, o Passeio Pedestre das Mós afirma-se como um dos eventos de maior sucesso na região.
Carlos Pedro

sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Plano de Actividades 2009

sábado, 3 de Janeiro de 2009

Passagem de Ano

segunda-feira, 23 de Junho de 2008

«Deus quer, o homem sonha, a obra nasce»
Esta é uma das frases que Fernando Pessoa escolheu para demonstrar a todos os seres humanos o poder dos sonhos.

É, assim, possível o sonho... nas Mós!

Quatro fases da construção da Sede da ACR "As Mós"
19-Fev-2006 / 20-Jan-2008


quinta-feira, 29 de Maio de 2008

10º Aniversário da A.C.R.”As Mós”

Associação de Cultura e Recreio ”As Mós”
10 Anos ao Serviço da Cultura
e da Comunidade Mosense
 
No ano em que o número do aniversário se escreveu pela primeira vez com dois dígitos, foi dupla a jornada cultural levada a efeito pela Associação de Cultura e Recreio “As Mós”.




Trazer às Mós um ou dois grupos musicais e proporcionar aos sócios e à população em geral uma noite de convívio no salão da Junta de Freguesia, tem sido uma constante nos aniversários da Associação. Este ano, porém, a dose foi a dobrar, e se a noite de sábado foi preenchida alegremente pelo belíssimo espectáculo do Grupo de Música Popular “Quina de Copos” de Alijó, já a tarde do domingo dia 25 de Maio foi enriquecida com a juventude dos alunos da Esprodouro - Escola Profissional de S. João da Pesqueira, que trouxe às Mós a peça de teatro “A Comédia dos Burros”, uma adaptação ao texto original "Asinária" do autor grego Plauto.
O espectáculo de teatro contou com o apoio da Fozcôactiva E.M. que, ao iniciar nas Mós a descentralização de eventos culturais pelo concelho, se quis juntar à festa de aniversário num gesto expressivo de reconhecimento. A população compareceu nos dois dias em grande número, correspondendo com a sua presença e aplausos ao empenho da organização.
Para encerrar a noite de sábado, depois de se ter cantado e tocado o hino da Associação, cantaram-se os parabéns, houve bolo e champanhe, apagaram-se as velas e (com a ajuda de uns "ben-u-rons" adocicados na "farmácia" polido) a festa durou até às tantas.
Muito embora eventos desta natureza continuem a ser apresentados em salão de grandes dimensões como o da Junta de Freguesia pela necessidade de acomodar muita gente, para este aniversário esteve prevista a inauguração da sede da Associação, uma obra que, estando já praticamente concluída, virá certamente propiciar a todos outra diversidade no serviço cultural já oferecido.
Em boa hora a mão-cheia de pessoas benfazejas que constituem o núcleo duro da orgânica associativa se lembrou de constituir, engrandecendo com o seu empenho desde 1998, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós”. Pelo trabalho desenvolvido nesta década, destacando-se manifestamente o proveito social da comunidade mosense, é, assim, merecida, a esta Associação, a proeminência no quadro-de-honra das associações concelhias.
Como diz Camões: "Feliz a pátria que tais filhos tem".
Carlos Pedro